New York, New York

Acho novembro um ótimo mês para estar em New York. Ainda não há neve, o frio é intenso, mas não insuportável. É bem verdade que a cidade está cheia, lotada de turistas, mas isso não é novidade porque todo mês as multidões invadem a cidade que nunca dorme.

A experiência de estar e sentir New York é muito difícil de explicar. Não sei se é devido a termos sido colonizados pelos americanos a partir da Segunda Grande Guerra Mundial (1939-1945), com o consequente declínio da cultura francesa sobre nós, belos tupiniquins … realmente não sei.

Também pode ser pelos milhares de filmes no cinema, televisão, Netflix, Youtube, Instagram, que assistimos ontem, hoje, agora sobre a cultura americana, que temos introjetado desde sempre, esta vontade louca de ir, de conhecer, de passear por tudo aquilo que vimos nas telinhas e telões.

É inexplicável. É incrível. New York é a síntese da América, é a verdade absoluta que Tio Sam nos apresenta. Caminhar, apenas caminhar, pelas ruas de Manhattan, do Brooklyn, atravessar aquelas pontes icônicas, sentar-se em algum banco ou gramado do Central Park, verdadeiramente é alucinante, revelador da nossa vontade de curtir para sempre um lugar que está no nosso imaginário desde tempos, hum, vamos dizer, imemoriais.

Ser empurrado pelo vento cortante das avenidas, passar rente ao ar quente expelido pelos tubos do metrô, contemplar enormes arranha-céus, dar de cara com um restaurante de uma única e estreita porta que serve delícias … bom, quem conhece sabe o que é a Big Apple; quem não conhece, prepare-se para ir, arrumem as malas assim que a situação da Covid-19 for extirpada, pois acho que os preços, pacotes e passagens poderão baixar.

New York, a imperdível.

2 comentários em “New York, New York

  1. Muito interessante poder aportar a esse mundo de cultura, encantar-se com o que nos circunda e poder absorver todas as matizes de conhecimento e sabedoria, que só se adquire vivendo.

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  2. Que delícia ler sobre Nova York, minha imaginação foi até lá, mesmo não conhecendo, despertou em mim a vontade de viver o que descreve. Sua narrativa está repleta de sensações, ainda frescas e vivas, de quem conhece tão bem esse lugar mágico.

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