Reykjavik, 11/06/2019

Acordei às 8:30. Fiz café, comi com o muffin de chocolate. Levei as bolachas salgadas e o chocolate na mochila pro lanche no passeio. Antes das 10 já estava em frente a Culture House. Veio uma van que nos deixou no ponto central da GrayLine para trocarmos pelo ônibus. O guia falava muito sobre a história e a geografia da região. Como não falava rápido, consegui entender grande parte. Levou uns 45 minutos até o sítio das placas tectônicas. Lá, tivemos uma hora para andar pelo parque com os paredões de pedra, o vale da falha, o parlamento.

Comi uma bolacha nesta hora, perto de meio dia. Às 12:25 saímos para a cascata, passamos por um grande lago, formações montanhosas das erupções, montanhas de gelo, campos de lava, rios e riachos, criações de cavalos, ovelhas, plantações. A cachoeira é deslumbrante, cai numa fenda que não se consegue ver o fundo, dá um medo de andar naquelas beiradas com uma simples cordinha de proteção. O lugar e a paisagem são magníficos.

Não lembro quanto tempo fiquei admirando entre a fissura e a cachoeira, sei que às 14:35 saímos para o geysi (em islandês) e voltaríamos para Reykjavik às 16, tendo uma hora pra apreciar o espetáculo.

Muito bonito, e pensava numa palavra para descrever a beleza destes lugares que estive, e não achei outra a não ser dramática, uma beleza dramática. Às 16:15 saímos e chegamos a Reykjavik 17:50. As fotos não sei se puderam captar a dramaticidade que estou falando.

Fui pro hotel, tomei banho e acabei no Grillhúsid pra jantar.

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